Há conexões não óbvias entre mulheres e crianças na filosofia: são sujeitos excluídos da razão – ou portadores de uma razão menor - e suas vozes não estão autorizadas a participar no cânone filosófico. Uma escuta das vozes “menores” começa a ser feita, sistematicamente, há 50 anos; debatem-se os fundamentos da educação e a capacidade de filosofar das crianças, no ambiente doméstico e nas escolas. Desenvolve-se uma metodologia de comunidade de investigação filosófica com crianças, materiais didáticos e formação docente específica para a tarefa. No minicurso de extensão virtual Filosofia com crianças: o que é isto? entre 29 de abril e 10 de junho de 2020, oferecido pela Universidade de Brasília (onde é ministrada a disciplina Filosofia e crianças desde 2015), foram apresentadas duas pensadoras e ativistas pioneiras desta proposta, que raramente são consideradas, mesmo por quem se ocupa do tema:
Ann Margaret Sharp < https://scholar.google.com/citations?user=PzDAF58AAAAJ&hl=en> e Catherine C. McCall <https://tcd.academia.edu/CatherineMcCall/>
Material e trabalhos discentes sobre as autoras e o tema podem ser conferidos em: <http://ich.unb.br/destaques/126-projeto-de-extensao-falas-ich-2>
Coordenadora Ana Miriam Wuensch FIL/UnB
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